Vou iniciar esta crítica dizendo o óbvio: a primeira série de Torchwood, spin-off de Doctor Who produzido pela BBC Wales, é fraca. Não se trata de 13 episódios de boa televisão. Nem sequer consegue ser por aí além de eficaz naquelas coisas básicas que vendem bastante: não tem muitas explosões, nem muito sangue, nem muito sexo. Tem algumas explosões, algum sangue e algum sexo, mas está bastante longe de ser eficaz entretenimento pipoqueiro "à americana". Apesar de ter sido criada pela genial mente que nos trouxe o reinício de Doctor Who, Russel T. Davies, o argumento desta série está muito, muito longe da qualidade desse outro grande sucesso da BBC. Mas haverá algum potencial debaixo de toda esta mediocridade?
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14 de junho de 2011
15 de maio de 2011
Críticas de Consumo #1 - Os 39 Degraus
Esta tarde, após uma muito atribulada compra / venda / doação de bilhetes, estive com uma Tia de Bellém-Sintra e com um Radiólogo de eleição no teatro Villaret, em Lisboa, ali ao pé do metro das Picoas, mais ou menos a meio para quem desce do Saldanha até ao Marquês e também mais ou menos a meio para quem sobe. A peça chamava-se Os 39 Degraus, uma adaptação de um musical da Broadway que por sua vez era adaptação do filme de Hitchcock cuja trailer passo em seguida, para visionamentalização, digo, visionamentalizacionamento, de quem achar por bem:
Ora digamos que este filme envelheceu tão bem como um pacote de vinho tinto Encosta da Serra (daqueles que os mais incautos poderiam confundir com um litro de leite), após ser deixado sob temperaturas desmesuradamente quentes durante 50 anos.
Ora digamos que este filme envelheceu tão bem como um pacote de vinho tinto Encosta da Serra (daqueles que os mais incautos poderiam confundir com um litro de leite), após ser deixado sob temperaturas desmesuradamente quentes durante 50 anos.
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